Aquivos por Autor: jorgedoprado

Sobre jorgedoprado

Estudante de Biblioteconomia na Universidade do Estado de Santa Catarina, apaixonado por idiomas, cinema e literatura. Student of State University of Santa Catarina, lover by languages, cinema and literatura.

Apostas ao Oscar 2012

Somente a premiação do Oscar para fazer com que eu apareça por aqui, hein?! Mas enfim… vamos às minhas apostas ao Oscar deste ano! Lembrando que desta vez eu consegui assistir a TODOS os indicados a Melhor Filme.

Melhor Filme: A Invenção de Hugo Cabret. Para quem, como eu, não estava esperando nada da premiação, surpreendeu-se com a dúvida entre Hugo e O Artista.

Melhor Direção: Martin Scorsese.

Melhor Ator: Jean Dujardin, de O Artista

Ator Coadjuvante: Max Von Sydow, de Tão forte e tão perto

Melhor Atriz: Meryl Streep, apesar de que estou achando que possa vir uma surpresa com a Viola Davis. Interessante mesmo seria Rooney Mara ganhar!

Atriz Coadjuvante: Octavia Spencer

Melhor Animação: novamente fica o registro da indignação por Tintim não aparecer nesta categoria. Rango deve levar.

Melhor Roteiro Original: outro difícil, mas deve ficar com Meia-noite em Paris

Melhor Trilha Sonora: nenhuma me cativou muito este ano, mas acho que vai para Ludovic Bource, pelo trabalho em O Artista

Canção Original: Real in Rio precisa levar! 

Maquiagem: uma batalha entre A dama de ferro e Albert Nobbs. Harry Potter não leva por não trazer nada de muito diferente. Bem no fim, A dama de ferro deve levar. 

Fotografia: A Invenção de Hugo Cabret.

Direção de Arte: A Invenção de Hugo Cabret.

Documentário (longa-metragem): não assisti nenhum, então vamos pelo mais comentado, Pina.

Documentário (curta-metragem): Saving Face, não me pergunte porquê.

Edição: A invenção de Hugo Cabret.

Filme Estrangeiro: A separação.

Curta de animação: por ser bibliotecário, aposto em The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore.

Curta-metragem: The Shore.

Edição de Som: A invenção de Hugo Cabret

Mixagem de Som: A invenção de Hugo Cabret

Efeitos visuais: A invenção de Hugo Cabret

Roteiro adaptado: Os descendentes


A versão hollywoodiana

Neste sábado, depois de uma longa espera, finalmente assisti à versão norte-americana de Os homens que não amavam as mulheres. Há duas semanas, assisti a trilogia inteira em sua versão sueca, para poder fazer uma comparação.

Neste remake (podemos chamá-lo assim?), há uma fiel adaptação aos principais fatos do livro. Claro, que para fãs mais atentos, alguns detalhes foram descartados, outros acrescidos, mas de modo geral, gostei muito do fim. Já perdi o fôlego com a “vinheta” de abertura do filme, que ficou ótima com aquele rock, dando a sensação de que realmente teríamos um ótimo filme pela frente. Nas quase três horas de duração, encontramos uma incrível Rooney, como Salander, encarando a personagem de Larsson de forma perfeita, em todos os vieses que ela permite.

Curti muito a trilha sonora de Atticus Ross e Trent Reznor, que se eu não me engano também fizeram a de A Origem e que venceu o Oscar (se bem me lembro).

Agora só resta esperar pela continuação, que segundo Fincher sairá em 2013 e 2014, e pela premiação do Oscar, na qual o filme foi indicado a Melhor Atriz (Rooney Mara), Fotografia, Edição, Edição de Som e Mixagem de Som.


Apostas para o Globo de Ouro 2012

Rápido, Jorge, que dá tempo! Em vermelho, as minhas apostas. Levando em conta que: não assisti a maioria deles e que fiquei somente na categoria “Cinema”.

Melhor Filme de Drama

Os Descendentes
Histórias Cruzadas
A Invenção de Hugo Cabret (queria muito que ganhasse!)
Tudo pelo Poder
O Homem que Mudou o Jogo
Cavalo de Guerra

Melhor Filme de Comédia ou Musical

50%
O Artista
Missão Madrinha de Casamento
Meia-Noite em Paris
My Week with Marylin

Melhor Diretor

Woody Allen - Meia-Noite em Paris
George Clooney - Tudo pelo Poder
Alexander Payne - Os Descendentes
Michel Hazanivicous - O Artista
Martin Scorsese - A Invenção de Hugo Cabret (queria muito que ganhasse!)

Melhor Performance para Ator em Drama

George Clooney - Os Descendentes
Leonardo DiCaprio - J. Edgar
Michael Fassbender - Shame
Ryan Gosling - Tudo pelo Poder
Brad Pitt - O Homem que Mudou o Jogo

Melhor Performance para Atriz em Drama

Glenn Close - Albert Nobbs
Viola Davis - Histórias Cruzadas
Rooney Mara - Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (queria muito que ganhasse!)
Meryl Streep - A Dama de Ferro
Tilda Swinton - Precisamos Falar sobre o Kevin

Melhor Ator em Comédia ou Musical

Jean Dujardin - O Artista
Brendan Gleeson - O Guarda (queria muito que ganhasse!)
Joseph Gordon-Levitt - 50%
Ryan Gosling - Amor a Toda Prova
Owen Wilson - Meia-Noite em Paris

Melhor Atriz em Comédia ou Musical

Jodie Foster - Carnage
Charlize Theron - Jovens Adultos
Kristen Wiig - Missão Madrinha de Casamento
Michelle Williams - My Week with Marilyn
Kate Winslet - Carnage

Melhor Performance de Ator Coadjuvante

Kenneth Branagh - My Week with Marilyn
Albert Brooks – Drive
Jonah Hill - O Homem que Mudou o Jogo
Viggo Mortensen - Um Método Perigoso (queria muito que ganhasse!)
Christopher Plummer - Toda Forma de Amor

Melhor Performance de Atriz Coadjuvante

Bérénice Bejo - O Artista
Jessica Chastain - Histórias Cruzadas
Janet McTeer - Albert Nobbs
Octavia Spencer - Histórias Cruzadas
Shailene Woodley - Os Descendentes

Melhor Filme de Animação

As Aventuras de Tintim
Operação Presente
Carros 2
Gato de Botas
Rango (queria muito que ganhasse!)

Melhor Filme Estrangeiro

A Pele que Habito - Espanha (queria muito que ganhasse!)
A Separação - Irã
O Garoto da Bicicleta - Bélgica
In the Land of Blood and Honey - EUA
The Flowers of War - China

Melhor Roteiro

Woody Allen (Meia-Noite em Paris)
George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon (Tudo pelo Poder)
Michel Hazavanicius (O Artista)
Jim Rash, Nat Faxon e Alexander Payne (Os Descendentes)
Aaron Sorkin e Steve Zaillian (O Homem que Mudou o Jogo)

Melhor Canção Original em Filme

Hello Hello - Gnomeo & Juliet
Lay Your Head Down - Albert Nobbs
The Living Proof - Histórias Cruzadas 
The Keeper - Redenção
Masterpiece - W.E.

Melhor Trilha Sonora

Ludovic Bource - O Artista
Abel Korzeniowski - W.E.
Trent Reznor e Atticus Ross - Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (queria muito que ganhasse!)
Howard Shore - A Invenção de Hugo Cabret
John Williams - Cavalo de Guerra (queria muito que ganhasse!)

 


A Trilogia Millenium sueca

Eu já falei tanto de Stieg Larsson por aqui, que pode chegar a ser chato. Retomo o assunto, pois no último fim de semana assisti à trilogia completa, na versão sueca. E retomarei o assunto depois de assistir à versão americana.

Muito se falou da Noomi Rapace, a atriz que fez Lisbeth Salander. Falava-se que ela foi fenomenal no papel, como se tivesse realmente saído da mente de Larsson. E concordo com a maioria do que se escreveu sobre a atuação dela no filme. Ela consegue ser fria, consegue ser inteligente, perspicaz… bem do jeitão da Lisbeth.

De forma geral, os filmes na versão sueca são bastante originais quanto aos livros, mas senti falta de maiores detalhes da relação Mikael Blomkvist e a falência da revista e também do uso da inteligência da Salander, que foi pouco usado.

Fim do mês chega a versão americana. O que se espera, ainda mais com Craig no papel do jornalista Blomkvist, é uma versão mais cheia de ação, com mais sangue, luta e provavelmente maior uso dos atributos de hacker da Lisbeth. E ainda tem mais, críticos por aí estão colocando o filme em indicações ao Oscar, resta esperar pela lista final, a ser divulgada em 28 de janeiro.

Abaixo, um aplicativo para iPhone, quase como uma transmidia storytelling (TCC!) de Os homens que não amavam as mulheres:

 


Oito livros sobre web

Em um desses passeios cheios de links pela internet, encontrei este vídeo de Moreno Barros (bibliotecário da UFRJ) sugerindo oito livros sobre web. Vale a pena conferir!

Para quem não quer assistir a todo o vídeo, eis os títulos sugeridos:

. Emergence, de Steven Johnson;
. Wikinomics, de Anthony D. Williams e Don Tapscott;
. I Here Comes Everybody, de Clay Shirky;
. The Wisdom of Crowds, de James Surowiecki;
. The Cult of the Amateur, de Andrew Keen;
. Surpreendente!, de Steven Johnson;
. A Cauda Longa, de Chris Anderson;
. A Nova Desordem Digital, de David Weinberger (o único da lista que li e realmente muito bom!)


2012

Sim, eu voltei. Não sei se para ficar. Quem sabe seja uma mera empolgação de início de ano… espero que não.

O que é fato é que o fim de 2011 me pegou. Fiquei empolgado demais pelas redes sociais, pelos planejamentos, por colocar ideias na tela do notebook, pelo meu trabalho.

Agora com 2012, tem-se o último ano da faculdade! Mas não é porque eu tenho um TCC pela frente e um projeto de mestrado para desenvolver que eu deixarei o blog novamente para trás. Acho até que pelo contrário, pois provavelmente precisarei dele para alguma coisa.

Aos leitores fiéis, espero que não tenham me deixado (rs). Aos novos, sejam bem-vindos.

 

E vamos que vamos!


Em crise

Está chovendo e é domingo. Normalmente, em dias como este (ainda mais sendo o último domingo de férias), eu estaria lendo.

Minha relação de livros lidos deste ano deu uma estancada. Simplesmente parou. Primeiro por causa da faculdade (sempre ela) e segundo, por algo que posso até chamar de “crise”. Cheguei num momento muitas vezes apresentado pelos críticos literários que li, de ler somente o que é bom e que não faça você perder seu tempo. Forte né?! Sempre tive muita curiosidade em ler de tudo um pouco, sendo que até peguei algumas sagas “digestíveis” por demais, somente para conhecer. E agora estou nessa, de nada me agradar.

Com muita força li até a página 100 (das quase 1000) de “2666″, do Roberto Bolaño. Um livro muito bem recebido pela crítica. Até gostei do modo como ele escreve, mas será que precisa de tantos detalhes? Pergunto o mesmo ao livro do Orhan Pamuk, “O livro negro”.

Cheguei até a pedir sugestões no Twitter e no Facebook de leituras, para ver se eu me animava. E nada!

Até quando?


Trailer de “A menina que brincava com fogo”

Já falei por aqui que a trilogia “Millenium”, de Stieg Larsson, foi a melhor história policial de todas que já li. E como boas histórias ultimamente rendem dinheiro, os livros tornaram-se filmes, primeiro na versão sueca e depois na versão hollywoodiana.

Ano passado, o volume 1, “O homem que não amava as mulheres”, passou quase que despercebido pelo cinema que costumo ir. Ficou somente uma semana e acabei perdendo. Esta semana somente que poderei assistir. Mas procurando na internet, encontrei o trailer da versão sueca para “A rainha do castelo de ar”, já o volume 3 (ou parte 3, como queira). Confere! (lembrando que a parte 2 ainda não chegou aqui pelo Brasil)


E mais estantes!

Navegando por alguns jornais internacionais, acabei encontrando uma proposta bastante bacana do The Guardian. Pediram aos leitores que enviassem imagens de seus livros, do modo que são organizados ou algo parecido com organização. Eles separaram quinze imagens, que você pode conferir neste link. Abaixo eu selecionei duas que gostei bastante e por último uma foto de uma das minhas estantes.

Esta é organizada por tamanho e cor


Estante típica de bibliófilo

Esta é a minha


Diary of Facebook

Vídeos são vários que você encontra por aí falando do Facebook e principalmente tratando da parte mais tecnológica e criativa. Neste, feito pela MTV, conhecemos o Facebook por dentro (mesmo vendo vários vídeos, sempre é deixar o queixo caído!) e de diferente, há relatos de algumas pessoas e o seu envolvimento com a rede social. Vale muito a pena assistir aos 20 minutos.

Este filme necessita de Adobe Flash para ser reproduzido.


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