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Skoob skoob book

Setembro 24, 2009 · 3 Comentários

Recebi por e-mail um convite para participar de mais uma ferramenta colaborativa na internet. Acho que este ano é o terceiro convite que recebo.

Talvez por eu estar empolgado no dia, criei uma conta e comecei a montar. Trata-se do Skoob. Nele você pode inserir todos os livros que você leu, que você tem, que você quer ler, que você emprestou, que você desistiu de terminar e ainda avaliar cada obra com estrelas. O bom do site é que ele tem um banco de dados bastante vasto e fácil de mexer, o grande problema é que ele é lento. Além dessas funções, você pode ser amigo de outros usuários, deixar recados para eles e ainda dispor aqueles livros que você quer doar.

Adicionei em uma tarde 266 títulos que eu li. Falta montar os quais eu tenho e ainda, é claro, inserir o resto de tudo que já li. A plataforma é interessante. Monte sua conta e adicione-me!

Eis o meu Skoob

Eis o meu Skoob

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Um Larsson devorado por partes

Setembro 15, 2009 · Deixe um Comentário

Comprei o primeiro volume da trilogia Millenium em 9 de junho deste ano. Comecei a ler no fim do recesso escolar e somente hoje termino. Isso não é normal, nada normal. Uma obra como Os homens que não amavam as mulheres, com 520 páginas para mim leva muito menos tempo para ser lido.

Entre textos das faculdades e mais algumas produções acadêmicas, o fabuloso romance do sueco Stieg Larsson foi perdendo espaço. Até que um dia, pensando na vida e no modo em que o tempo passa rapidamente, cheguei à conclusão que se eu fosse realmente bastante disciplinado eu poderia dar conta das minhas leituras por prazer. Então voltei às leituras após o almoço e antes de dormir. Li, li, li. Fui chegando perto do final e logo este tempo que eu dedicava já não era o bastante. Comecei a ler no trabalho. E hoje, cheguei ao extremo: li um pouco na aula de Estatística e terminei o livro na aula de Ação Cultural (produtivas estas aulas hein?!).

Fiquei com uma vontade enorme de comprar o segundo volume, mas como o terceiro saiu sexta-feira, então o mercado editorial deu uma aumentada nos preços para que possam lucrar mais. Vou esperar pelas promoções certeiras.

Como todo as críticas que li, Stieg Larsson consegue montar personagens complexos, que aparentemente não tem nenhuma ligação com ninguém, mas que aos poucos podem mostrar toda a diferença. É um romance que indico a qualquer um.

Já tinha decidido que minha próxima leitura por prazer seria o segundo volume de O Vendedor de Sonhos, de Augusto Cury, que ganhei do meu irmão no aniversário, mas minha chefe acabou de emprestar-me Os Setes Minutos, um exemplar grosso e antigo de Irving Wallace. Parece ser bom, envolve livros proibidos.

Logo, logo chega a coleção de Tolkien, o novo livro do Verissimo e parece-me que vou ganhar o último do Dan Brown, The Lost Symbol, que ainda terá lançamento no Brasil, mas ganho o exemplar em inglês mesmo. Setembro promete!

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Manual do bibliófilo

Abril 14, 2009 · 1 Comentário

E agora, meu caro bibliófilo aprendiz, de que mais podemos conversar? Já proseamos bastante (talvez demais na sua opinião) e falta ainda muita coisa que eu gostaria de lhe dizer. Mas, prosa sobre livros não tem fim. Você já deve estar cansado. Quer fechar este livro e ir cuidar da vida. Se cuidar da vida é, para você, ganhar mais dinheiro, digo-lhe que não vale a pena. Ganhar muito dinheiro dá enfarte. Sempre haverá o bastante para comprar-se um livro ambicionado. O resto é vão e não vale o sonho imenso de quem gosta de livros raros.
Não vive verdadeiramente quem não gosta de dar uma prosa com um amigo ou ler um livro com vagar. Desejo-lhe que tenha sempre tempo para prosear sobre livros. Quando nos encontrarmos de novo, espero que seja você quem me conte coisas sobre livros e me diga os exemplares raros que já possui.

É assim que termina o livro “O Bibliófilo aprendiz: prosa de um velho colecionador para ser lida por quem gosta de livros, mas pode também servir de pequeno guia aos que desejam formar uma coleção de obras raras, antigas ou modernas.”, editado pela Casa da Palavra em 2005 e escrito pelo grande bibliófilo Rubens Borba de Moraes.

Em todo o livro sente-se a audácia de Rubens, ele não tem medo de criticar famosos, não tem medo de colocar a sua opinião sem demagogias. E o livro é isso mesmo que diz no “pequeno” subtítulo, quem quiser montar uma coleção de obras raras tem o guia completo em mãos. Trata desde como armazenar os livros (cuidando com pó, clima e bichos) até a história de grandes raridades que bibliófilos sempre correm atrás.

 

Realmente, valeu muito a pena ter lido este livro! Indico aos apaixonados por livros.

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Merda: uma questão filosófica e divina

Janeiro 10, 2009 · 1 Comentário

Quando era garoto e folheava o Antigo Testamento para crianças, ilustrado com gravuras de Gustave Doré, via nele o bom Deus em cima de uma nuvem. Era um velho senhor, tinha olhos, um nariz, uma longa barba, e eu dizia a mim mesmo que, como tinha boca, devia comer. Se comia, devia ter intestinos. Mas essa idéia logo me assustava, porque, apesar de pertencer a uma família pouco católica, sentia o que havia de sacrílego nessa idéia dos intestinos de Deus
Sem o menor preparo teológico, a criança que eu era naquela época compreendia espontaneamente que existe uma incompatibilidade entre a merda e Deus, e, por dedução, percebia a fragilidade da tese fundamental da antropologia cristã, segundo a qual o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. Das duas uma: ou o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus – e então Deus tem intestinos -, ou Deus não tem intestinos e o homem não se parece com ele.
Os antigo gnósticos pensavam tão claro como eu aos cinco anos. Para resolver esse maldito problema, Valentino, grão-mestre da gnose do século II, afirmava que Jesus “comia, bebia e não defecava”.
A merda é um problema teológico mais penoso que o mal. Deus dá liberdade ao homem, e podemos admitir que ele não seja o responsável pelos crimes da humanidade. Mas a responsabilidade pela merda cabe inteiramente àquele que criou o homem, somente a ele.

(in A insustentável leveza do ser, sexta parte “A Grande Marcha”, capítulo três.)

 

 O debate entre os que afirmam que o universo foi criado por Deus e aqueles que pensam que o universo apareceu por si mesmo implica coisas que vão além de nossa compreensão e existência. Muito mais real é a diferença entre aqueles que contestam a existência tal como foi dada do homem (pouco importa como e por quem) e aqueles que aderem a ela sem reservas.
Por trás de todas as crenças européias, sejam religiosas ou políticas, está o primeiro capítulo do Gênese, a ensinar que o mundo foi criado como devia ser, que o ser humano é bom e que, portanto, deve procriar. Chamemos essa crença fundamental de acordo categórico com o ser.
Se, ainda recentemente, a palavra “merda” era substituída nos livros por reticências, isso não se deve a razões morais. Afinal de contas, não se pode considerar que a merda seja imoral! A objeção à merda é de ordem metafísica. Defecar é dar uma prova cotidiana do caráter inaceitável da Criação. Das duas uma: ou a merda é aceitável (e, nesse caso, não precisamos nos trancar no banheiro), ou Deus nos criou de maneira inadmissível.
Segue-se que o acordo categórico do ser tem por ideal um mundo no qual a merda é negada e no qual cada um de nós se comporta como se ela não existisse. Esse ideal estético chama-se kitsch.
Essa é uma palavra alemã que apareceu em meados do sentimental século XIX e que, em seguida, se espalhou por todas as línguas. O uso repetido da palavra fez com que se apagasse seu sentido metafísico original: em essência, o kitsch é a negação absoluta da merda; tanto no sentido literal quanto no sentido figurado: o kitsch exclui de seu campo visual tudo o que a existência humana tem de essencialmente inaceitável.

(in A insustentável leveza do ser, sexta parte “A Grande Marcha”, capítulo cinco)

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Férias e a perspectiva da literatura para 2009

Janeiro 4, 2009 · Deixe um Comentário

Férias para mim sempre foi sinônimo de muita leitura. Ano passado por exemplo, nos meses de dezembro e janeiro, cheguei a ler 23 títulos. Infelizmente, não posso dizer o mesmo deste ano. Como fui aprovado em Letras Português na Universidade Federal de Santa Catarina, agora tenho de procurar uma casa. Faço quase que o impossível na internet à procura de moradia barata, segura, de preferência mobiliada e próxima à UFSC ou à UDESC. Muita gente procurando e isso tem me tomado um bom tempo da leitura.

Concomitante a isso, tenho dois concursos literários e preciso separar alguns textos que poderiam vir a ganhar, na minha concepção. Quis também assistir a alguns filmes e mais algumas horas também se foram. Meus pais passaram o réveillon no norte do Paraná, eis um motivo a mais: cuidar e limpar a casa. Tenho um projeto para a Austrália, mas já está quase finalizado.

No momento, estou ainda no meu terceiro título. Nestas férias li “Fora de órbita” (Woody Allen), “O jogo do anjo” (Zafón) e atualmente estou com um do Saramago, “O Homem Duplicado”.

Finalmente desisti de montar um banco de dados para os meus livros e resolvi baixar um da internet. O programa tem boas funcionalidades, agora basta cadastrar sinopse, ISBN, tags, autor, ano, número de páginas, foto do livro e por aí vai… Vai levar um bom tempo até cadastrar os 200 livros que tenho.

 

Mas e qual será a perspectiva da literatura para 2009? Saímos do ano de Machado, Graciliano e entramos para qual? Quem terá a sua morte comemorada? Quanto à literatura mundial, ainda acho que a fórmula romance-país diferente-sofrimento será a constante (o que é uma pena). O “povão” gostou de romances como A Cidade do Sol, A Distância Entre Nós, O Guardião de Memórias, mas também teve um pouco de fantasia, como nos livros de Stephenie Meyer (Crepúsculo, Lua Nova e o recente Eclipse). Tiveram muitas reedições de grandes títulos (Irmãos Kamazóv e Dom Quixote), principalmente relacionados ao Machado de Assis, sem falar nos inúmeros que apareceram somente para falar dele.  Mas chega de falar de 2008… Creio que em 2009 a originalidade ganhará espaço. Foi assim com Markuz Zusak, que sobressaiu-se muito bem em meio a romances melosos que estavam pipocando pelos cantos do mundo. Claro que as garotinhas sedentas por vampiros não deixarão Stephenie Meyer de lado, já que sairá a tradução de mais dois livros dela no Brasil. Bom, desisto… 2009 ainda é um enigma para mim! Você consegue decifrá-lo?

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Bela definição de tempo

Dezembro 17, 2008 · Deixe um Comentário

Retirado do livro de Rubem Alves, O Amor que Acende a Lua

“E chorou. Riobaldo de novo: ‘Toda saudade é uma espécie de velhice.’ Velhice não se mede pelos números do chronos; ela se mede por saudade. Saudade é o corpo brigando com o chronos. De novo o mesmo poema de Ricardo Reis: ele fala do ‘…deus atrox que os próprios filhos devora sempre’. Chronos é o deus terrível que vai comendo a gente e as coisas que a gente ama. A saudade cresce no corpo no lugar onde chronos mordeu. É um testemunho da nossa condição de mutilados – um tipo de prótese que dói.

Kairós mede a vida pelas pulsações do amor. O amor não suporta perder o que se amou: a filha nenezinho, no colo, no meu colo, nenezinho e colo que o tempo levou – mas eu gostaria que não tivessem sido levados! Estão na fotografia, essa invenção que se inventou para enganar o chronos, pelo congelamento do instante.

Chronos me diz que eu nada possuo. Nem mesmo o meu corpo. Se não possuo o meu próprio corpo - o espelho e a fotografia confirmam – como posso pretender possuir coisas que não possuo?

S0012-06

Heráclito foi um filósofo grego que se deixou fascinar pelo tempo. Ele era fascinado pelo rio. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Como Vaseduva, o barqueiro que ensinou Sidarta. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez as águas serão outras, o primeiro rio não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: ‘Tempo é criança brincando, jogando.’

Tempo é criaça? O que o filósofo queria exatamente eu não sei. Mas eu sei que as crianças odeiam chronos, odeiam as ordens que vêm dos relógios. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado. Mas as crianças só reconhecem, como marcadores do seu tempo, os seus próprios corpos. As crianças não usam relógios para marcar tempo; usam relógios como brinquedos. Brinquedo é o tempo do prazer: corpo com asas. Que maravilhosa transformação: usar a máquina medidora do tempo para subverter o tempo. Criança é kairós brincando com o chronos, como se ele fosse bolhas de sabão…

O ano chega ao fim. Ficou velho. Chronos faz as somas e diz que eu também fiquei mais velho. Faço as subtrações e percebo que me resta cada vez menos tempo. Fico triste: saudade antes da hora. A Raquel, quando tinha três anos, me acordou para saber se quando eu morresse eu iria ficar triste! Lembro-me do verso da Cecília, para a avó: ‘Tu eras uma ausência que se demorava, uma despedida pronta a cumprir-se…’

kairós vem em meu socorro, para espantar a tristeza. Vem como criança, brincando com chronos. Nas mãos de kairós, chronos se transforma em bolhas de sabão: redondas, perfeitas, efêmeras, eternas. Como o amor. Amor também é bolha de sabão. Disso sabia o Vinicius que escreveu para a mulher amada: ‘Que não seja eterno, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.’ Mas, além de todas as namoradas, Vinicius namorava a vida. O amor é a vida acontecendo no momento: passado, sem futuro, presente puro, eternidade numa bolha de sabão. Robert Frost, sem ter tantas namoradas, namorou a vida em cada momento. Na sua lápide ele mandou escrever: ‘Teve um caso de amor com a vida…’ Ponho-me a brincar com a vida e uma estranha metamorfose acontece: deixo de ser velho. Sou criança de novo…”

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Vai um livro com pedaço de carne?

Dezembro 11, 2008 · 3 Comentários

Luís transformou açougue e pontos de ônibus em bibliotecas

 

Até os 11 anos ele engraxava sapatos em Brasília. Depois, trocou flanelas, escovas e latinhas de graxa pelo trabalho em um açougue, onde passou a dormir. Só aprendeu a ler e escrever aos 16 anos. Aos 18, leu o primeiro livro. Apesar da infância pobre e da educação prejudicada, Luis Amorim vem derrubando mitos e transformando a relação de milhares de brasilienses com a leitura.
A história começou naquele mesmo açougue que o empregou, e do qual, em 1998, tornou-se proprietário. Lá, entre peças de carna, facas afiadas e clientes apressados, instalou uma prateleira com 10 livros. Logo começaram a surgir leitores, e o número de obras foi aumentando. Hoje o T-Bone – primeiro açougue cultural do mundo (e muito provavelmente o único…) – recebe também peças de teatro, shows e eventos literários.
Mas quem disse que Luis parou por aí? Transformou o açougue em uma ONG e mais uma vez extrapolou os limites do lugar-comum, criando uma biblioteca que funciona 24 horas em 35 pontos de ônibus de Brasília. O projeto, batizado Parada Cultural, possui um acervo de 24 mil volumes. Para tornar-se sócio, é só estender a mão e apanhar o livro. Não é preciso apresentar carteirinha, documentos ou preencher fichas. E para quem imagina que uma coisa dessas não pode dar certo, as últimas informações: o projeto registra cerca de mil empréstimos por dia, e as taxas de não devolução são baixíssimas.

(retirado de Brasil – Almanaque de Cultura Popular. Edição de outubro, nº 114, ano 10)


O desenvolvimento de Luis já é visto na própria fachada da T-Borne

Sim meus caros amigos, ainda existe gente boa neste planeta! E não pensem que ele é o único. No início deste ano, li um livro que comprei de presente de aniversário para o meu irmão, Saí da Microsoft para mudar o mundo, de John Wood. É o relato autobiográfico de Wood, um empresário de sucesso e status na Microsoft, amigo íntimo de Bill Gates, e que desiste de toda aquela vida artificial baseada na informática para fazer algo de melhor: criar bibliotecas. Ele começa primeiro no Nepal. São poucos títulos, mas com tantos amigos influentes ele vai recebendo verba e o acervo vai aumentando. O projeto dele é reconhecido, ganha prêmios e torna-se a ONG Room to Read.


Wood ao lado do “cargueiro” de livros, no Nepal

Fica aqui a reflexão, do que podemos fazer ainda neste planeta, mas ande logo, pois o tempo é curto, já dizia Alvarenga Peixoto: “Procura ser feliz na eternidade, porque o mundo são breves momentos.”

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Quer me presentear neste Natal?

Dezembro 9, 2008 · 1 Comentário

Então o livro abaixo é o presente ideal! É claro que não é somente este título um de meus desejos, pois muito me atraem o novo livro do Saramago, A Viagem do Elefante, a série de Stephen King, A Torre Negra e os do Markus Zusak, Getting the Girl e The Fightening Ruben Wolfe. Porém, se você realmente quer me impressionar, presenteie-me com a obra completa de Tolkien, em inglês, The Lord of the Rings, que está em aniversário este ano e recebeu uma belíssima versão.

jacket

A obra já está em pré-venda no site Submarino e custa a bagatela de R$204,00, com capa dura e 1157 páginas. Se você tem dinheiro sobrando e um bom coração, o que está esperando aí???

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É o fim!

Dezembro 8, 2008 · 1 Comentário

O final de ano chegou! Daqui até 1º de janeiro é um peido, tenho certeza disso, pois o ano inteiro passou super rápido.

Bom, mas só estou passando aqui para deixar um recadinho: estou preparando uma super postagem comentado tudo o que li neste ano, espero que gostem.

E como não poderia deixar de ser, já comprei o meu exemplar de Os Contos de Beedle, o Bardo, da inglesa Rowling. Após o vestibular colocarei as minhas impressões acerca do pequenino livro.

Aguardem!

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O mundo é bárbaro

Novembro 3, 2008 · 1 Comentário

Eis o último livro do Luis Fernando Verissimo. Achava que ainda não era o tempo de comprá-lo, esperar o tempo passar; mas não resisti numa Feira do Livro que fui aqui na cidade. Não queria comprar e saí com dois títulos e mais um reservado na livraria!

O mundo é barbaro – e o que nós temos a ver com isso tem um tom mais sério. Não pdoeria ser super engraçado falando de Barack Obama, China, aquecimento global, enfim, não poderia ser engraçado falando do mundo. Ainda há, porém, os vestígios de humor que só o Verissimo tem.

Para quem ficou com água na boca, aqui vai um pedacinho:

No filme O Exterminador do Futuro um schwarzengger [isso mesmo, com minúscula] é mandado ao passado para matar a mãe de um líder revolucionário que está incomodando o governo. Matar o inimgo pela raiz, por assim dizer. A lógica é inatacável: se não nascer no passado, o problema não existirá no futuro. Muita gente já deve ter imaginado o que faria se tivesse o mesmo poder de voltar atrás para alterar um detalhe, refazer uma escolha, corrigir uma bobagem e mudar a sua vida. Há quem diga que a primeira tarefa do hipotético exterminador deveria ser voltar 508 ano, se postar na praia e, à aproximação dos barcos de Cabral, começar a agitar os braços e gritar ‘Não! Não!’”

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