“A alma do poeta
É a tinta da caneta
Que se derrama no papel”
(Adriana da Silva Bunn)
“Minha mãe a noite é fria
Desce a neblina sombria
Geme o riacho no val
E a bananeira farfalha
Como o som de uma mortalha
Que rasga o gênio do mal
(…)”
O concurso de declamação deste ano está chegando! Não estava muito afin de participar, mas mudei de idéia, um dinheirinho a mais é sempre bem-vindo!