Diário de um Universitário #11

Enfim, a segunda fase! Estava ansioso por isso, pois seria um semestre de escolhas (e que escolhas!).

Depois de uma semana de aula, com três livros para ler e um seminário para desenvolver sobre Catalogação e Second Life (sabe algo sobre isso? o que está esperando em enviar um e-mail então?! rs) mais a caminhada às quintas-feiras às 7:30 antes de três aulas de Teorias Administrativas; eis que resolvi dedicar a minha tarde, que eram preenchidas por boas sonecas (não estou mais trabalhando), por algo mais construtivo.

Na segunda-feira fui à Livraria Livros e Livros na UFSC. Como eu precisava comprar um livro do Weber e mais o presente de aniversário do meu irmão (com meros dois meses de atraso!), fiquei um bom tempo por lá. É um ótimo espaço e para quem é de Florianópolis vale a pena conferir.

Como eu precisava aproveitar este tempo livre e “pagar” as visitas que devia desde antes do recesso, a tarde de ontem foi dedicada a uma visita à biblioteca do SESC. Cheguei perto de 13:15 e minha amiga de sala mostrou um pouco da biblioteca e depois deixou-me à vontade. Li Revista Bravo e passei os olhos por todas as estantes. É claro que não deixei de observar a estrutura, que ao mesmo tempo em que é moderna, é muito aconchegante. Adorei a disposição das luminárias – que se voltam às mesas para ter um maior alcance de iluminação -, os móveis elegantes e confortáveis, mas nada, NADA se compara ao chão. Sim, chão! Adeus aos barulhos irritantes dos passos (o que falar das madames com seus saltos galopantes?). Aquele chão é incrível, parece que saiu de um filme de fantasia, ou que ele tem uma tecnologia de absorção de barulho… sei lá, simplesmente magnífico! Passei a tarde toda lendo Objecto Quase do inigualável José Saramago (preciso voltar lá para ler os dois últimos contos).

Depois visitei alguns sebos do centro, procurando por alguns títulos. Voltei para casa perto das 19 horas e dentro de uma hora, aula na UFSC.

Termino com esta pequena citação retirada de um livro* que eu li já faz um tempo e coube perfeitamente à “reclamação” da Andreia sobre a biblioteca do SESC ser pequena:

“O leigo julga uma biblioteca pelo número de livros que contém. É ingenuidade. Só o neófilo impressiona-se com o número de livros de uma biblioteca. O que vale é qualidade. Um biblioteca ‘non refert quam multos sed quam bonos habeat’, e os bons são poucos.”

 

*Que ninguém da área de Normalização leia isso, mas é que realmente eu não lembro do nome do livro. Tenho a leve impressão que saiu do livro O bibliófilo aprendiz, de Rubens Borba de Moraes.

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About jorgedoprado

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC), Mestre em Gestão de Unidades de Informação (UDESC), Bacharel em Biblioteconomia (UDESC). Ver todos os artigos de jorgedoprado

2 responses to “Diário de um Universitário #11

  • Diego Reigoto

    Biblioteca é sempre diversão. Gosto muito de visitar, mas confesso que nem lembro a última vez que fui a uma (sem contar a da faculdade, que só tinha livros técnicos). Triste isso…

  • lani

    Ola Jorge…
    É isso mesmo…. Sua citação saiu do livro “O Bibliófilo Aprendiz” de Rubem Borba de Moraes. Resta saber qual edição e publicação…. rsrsrsrsrsr

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