O fim está próximo!

Pela manhã tive a entrega de dois trabalhos e uma prova e à tarde a montagem de outro trabalho. À noite, claro, me presenteei novamente, rs. Fui ao cinema assistir a “2012”, filme com o qual já estava ansioso desde maio, mais ou menos. Nas próximas linhas, os spoilers!

Sala parcialmente cheia, preenchida por uma maioria de pessoas muito mais velhas que eu (achei interessante isso…). Passou a rodada de trailers e o filme começa, com erupções vulcânicas que mais parecem um esfumaçar. Aí as imagens voltam-se a um período de 2009, numa base de estudos geológicos e os indícios de que o fim do mundo está próximo começam a aparecer.

Em todo o filme há a presença de chefes de Estado do mundo todo e ainda usam diretores de grandes centros (como o Louvre), para ressaltar que o mundo realmente está cheio de líderes. A primeira aparição de desastre, já em 2012, dá-se numa cidade litorânea dos EUA (que eu não lembro do nome) e uma rachadura enorme divide uma rua central. E assim começam os desastres, que primeiro estão mais centrados nos EUA e várias cidades são assoladas por catástrofes (principalmente as tais rachaduras).

O papel de protagonista divide-se entre um escritor de ficção e um exemplar geólogo daquele centro, que aparece ao início do filme. A família do escritor tenta se salvar ao descobrir que na China há “arcas” que foram montadas para bilionários (que pagaram para estar nessas arcas) e somente elas que podem protegê-los dos outros desastres (surgem erupções vulcânicas incríveis, tsunamis com ondas de 1,5km e as rachaduras que engolem as cidades).

As duas horas e quarenta minutos de filme se desenrolam nesta aventura desta família. São muitos os momentos em que fiquei sem fôlego, principalmente nas filmagens dos voos.

“2012” é um filme bom, mas poderia ser melhor. Os momentos do “sem-fôlego” poderiam se repetir, até cansar. Vários lugares do planeta foram explorados, mas por que deixaram de fora, por exemplo, as Pirâmides do Egito, o próprio paraíso Maia e Inca (o primeiro povo, que profetizou o fim).

Agora ficam as perguntas: um evento, deste garbo e elegância (humor negro mode on), aceito por Einsteins, não seria de receber atenções? (rs). China, a próxima superpotência, estaria realmente construindo bases para se protegerem de catástrofes climáticas ou mesmo meras guerras?

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About jorgedoprado

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC), Mestre em Gestão de Unidades de Informação (UDESC), Bacharel em Biblioteconomia (UDESC). Ver todos os artigos de jorgedoprado

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