Os 10 melhores livros que li em 2009

O ano que passou foi o mais diferente de todos que já vivi. O melhor de todos. Quanto à leitura, este ano li menos que em 2008, praticamente 30 livros a menos (neste ano li 53 títulos).
Elenco abaixo os dez melhores.

10º lugar: “Sobre a leitura”, de Marcel Proust
Sinceramente mesmo, eu não sei porque o coloquei em último lugar. Sei que ele ficou entre os dez melhores, mas que foi menos melhor que os demais (sic).

9º lugar: “O Mago”, de Fernando Morais
Gosto muito de biografia e esta, sobre a vida do Paulo Coelho, foi muito bem escrita. Mas não é pelo fato de um recurso estilístico se destacar no livro, ou pelo modo de escrever, mas pela influência que esta leitura deu à minha vida.

8º lugar: “O retrato de Dorian Gray”, de Oscar WildeEste foi o primeiro livro raro, de alguns que ganhei no Natal de 2008 (história para um outro post), que eu li. Tenho a segunda edição brasileira do clássico que é incrível.

7º lugar: “Paixão pelos livros”, de Julio Silveira
Li muito sobre bibliofilia este ano e este merece destaque. O organizador Julio Silveira reúne textos de várias pessoas, desta e de outras épocas, sobre a paixão que eles têm pelos livros.

6º lugar: “O símbolo perdido”, de Dan Brown
Este foi o último livro que li em 2009. Estava esperando por ele desde que Dan Brown falou à imprensa que escreveria sobre Maçonaria. Li em poucos dias uma história bem típica do norte-americano, com o tal Robert Langdon, uma cientista no meio, o assassino e as pessoas de “duas caras”. Ele só esta nesta lista porque foi o melhor que ele escreveu e porque fala sobre um assunto que gosto muito.

5º lugar: “Objecto Quase”, de José Saramago
É claro que não poderia faltar um Saramago nesta lista. O livro traz crônicas incríveis do escritor português. Algumas fáceis de ler e outras nem tanto. Todas, porém, fabulosas.

4º lugar: “A biblioteca à noite”, de Alberto Manguel
Outro título sobre bibliofilia. Descreva toda a montagem da biblioteca de Manguel, com vários detalhes sobre o mundo dos livros.

3º lugar: “Os homens que não amavam as mulheres”, de Stieg Larsson
Impressionante! O sueco prende a atenção, escreve de um jeito diferente, daquele que não está nem aí para o leitor, como se não tivesse hora para impressionar. Simples assim. Não vejo a hora de ler a continuação.

2º lugar: “Todos os nomes”, de José Saramago
Saramago nunca é demais. Uma história simples, de um realismo fantástico que me dá água na boca. Uma história sobre um homem que trabalha no arquivo de um cartório e decide ir além, descobrir mais sobre a vida de uma mulher que ele admira somente em mente.

1º lugar: “O homem duplicado”, de José Saramago
O melhor livro que li em 2009 foi o primeiro que li. É uma história que me impressionou pelo fato de que justamente era uma ideia minha, que eu seria capaz de escrever aquilo, só que ele escreveu muito melhor. O que aconteceria quando um homem de repente se encontrasse com ele mesmo é narrado neste livro maravilhoso.

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About jorgedoprado

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC), Mestre em Gestão de Unidades de Informação (UDESC), Bacharel em Biblioteconomia (UDESC). Ver todos os artigos de jorgedoprado

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