Alice no País das Maravilhas, é claro

Juro que tentei postar a experiência que tive ao assistir, na semana de estreia (terça-feira passada, especificamente), a “Alice no País das Maravilhas”, mas não consegui mesmo. Agora, eis que o faço.

Às 16h comprei meu ingresso para assistir ao filme legendado, em 3D. Às 16h, quase 80% da sala estava lotada. Tive a sorte de pegar uma “K12″ para sentir bem as sensações tridimensionais. Os trailers começaram. Primeiro foi um que gostei muito, sobre a história de corujas (que eu simplesmente adoro!), em animação,”A Lenda dos Guardiões”. Depois foi a vez de “Shrek: para sempre”, que também me chamou a atenção, pelo simples fato de terem adicionado vários personagens novos. “Toy Story 3” deu continuidade, mas nunca gostei muito dessa franquia e terminou com um que simplesmente deixei de lado, algo parecido como “Thron”.

Depois disso, veio aquele fabuloso castelo da Disney, visto de cima. O filme começa com a câmera vindo do céu e aí aparece o nome do filme. A câmera volta-se para uma sala onde há três homens conversando. Só que aí acontece algo que nunca aconteceu numa sala de cinema para mim: o filme, que deveria ser legendado, começa dublado! O público simplesmente ovacionou, xingou, reclamou aos montes e eis que se deram conta que colocaram a versão errada. Conclusão: assistimo ao trailer tudo de novo.

SE VOCÊ AINDA NÃO ASSISTIU, PARE DE LER AQUI!

Quem acompanha o meu blog, sabe que eu estava esperando desde o ano passado por este filme. Esperando muito MESMO! Depois de quase duas horas sentado, a minha ansiedade não foi totalmente saciada. É claro que o filme foi bem feito, mas faltou enredo. A história poderia ser melhor costurada, as cenas não deveriam ser tão corriqueiras, Helena Bohan-Carter deveria ter aparecido muito mais e a luta com aquele dragão não deveria ter sido tão previsível.

Sendo um filme 3D, senti que faltou um abuso no uso de tal tecnologia. Já tinha lido antes que as filmagens não foram feitas para se transformarem num filme 3D, mas mesmo assim achei que o recurso foi pouco explanado.

O que poderia ter sido um filme que pudesse dar medo a “Avatar”, simplesmente se tornou mais um filme de Tim Burton. Resta esperar por sexta-feira, para assistir ao “Imaginário Mundo do Dr. Parnassus”.

Ah! E felicidades para mim, completei 21 anos ontem! ^^

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About jorgedoprado

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC), Mestre em Gestão de Unidades de Informação (UDESC), Bacharel em Biblioteconomia (UDESC). Ver todos os artigos de jorgedoprado

3 responses to “Alice no País das Maravilhas, é claro

  • Lorena Verli

    Olá, querido amigo. Primeiro de tudo, meus parabéns. Sei que essa semana foi o seu aniversário.
    Quanto a Alice, também me decepcionei muito. Desde que soube que Tim Burton estava gravando o filme fiquei na maior espectativa e, realmente, faltou bastante enredo, os melhores personagens foram deixados de lado, houve um q sexual entre o chapeleiro e Alice e, apesar de um time de gênios, a obra ficou capenga.
    Quanto ao efeito 3D, já vinha pensando sobre ele desde Avatar. Eu tive a mesma impressão em relação a esse filme. Aí, numa conversa com um amigo biólogo, ele me disse: “Não dá para o cérebro fazer mil coisas ao mesmo tempo, Lorena. Ou ele foca nas legendas, ou ele foca no 3D”. E eu fiquei pensando nisso um bom tempo… Talvez, uma boa experiência, agora, seja ver o filme dublado… Pretendo fazer isso assim que tiver a oportunidade…
    Por fim, quero apenas avisá-lo de que voltei à ativa. Depois de um bom tempo sem postar no meu blog, estou retomando minha escrita. Passe por lá de vez em quando para deixar alguns comentários.
    Bjo grande e boa sorte nos novos empreendimentos de sua vida… me conte um pouco sobre os corredores da biblioteca em que está trabalhando agora …

  • Aline

    Nossa, tive a mesma sensação ao assistir Alice. Mas, diferente de você, não assisti em 3D (motivo: não conseguia comprar ingresso de tão lotado que estava e não queria comprar antes e ficar horas esperando até dar a hora do filme).
    Eu também esperava esse filme desde o ano passado, cada novo vídeo, cada foto que era divulgada me arrepiava de ansiedade. E acho que minhas expectativas eram tantas que o baque foi enorme quando finalmente o assisti.
    A fotografia do filme, figurinos, caracterização dos personagens, disso tudo eu gostei. Porém a história foi beeeem fraquinha. Tudo muito previsível, logo no início já sabemos como será o final, e foi exatamente daquele jeito mesmo. Fiquei bem decepcionada.
    O engraçado foi que na Bravo de abril o filme foi bem elogiado e citado como “mais uma obra de referência de Tim Burton”. Não achei que foi para tanto, gostei bem mais, por exemplo, de A Noiva-Cadáver.

    Abraço!

    Aline – escrevendoloucamente.blogspot.com

  • Stella (Cris Vieira)

    Oi, tudo bem?…

    Bom fim de semana pra ti!

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