A Trilogia Millenium sueca

Eu já falei tanto de Stieg Larsson por aqui, que pode chegar a ser chato. Retomo o assunto, pois no último fim de semana assisti à trilogia completa, na versão sueca. E retomarei o assunto depois de assistir à versão americana.

Muito se falou da Noomi Rapace, a atriz que fez Lisbeth Salander. Falava-se que ela foi fenomenal no papel, como se tivesse realmente saído da mente de Larsson. E concordo com a maioria do que se escreveu sobre a atuação dela no filme. Ela consegue ser fria, consegue ser inteligente, perspicaz… bem do jeitão da Lisbeth.

De forma geral, os filmes na versão sueca são bastante originais quanto aos livros, mas senti falta de maiores detalhes da relação Mikael Blomkvist e a falência da revista e também do uso da inteligência da Salander, que foi pouco usado.

Fim do mês chega a versão americana. O que se espera, ainda mais com Craig no papel do jornalista Blomkvist, é uma versão mais cheia de ação, com mais sangue, luta e provavelmente maior uso dos atributos de hacker da Lisbeth. E ainda tem mais, críticos por aí estão colocando o filme em indicações ao Oscar, resta esperar pela lista final, a ser divulgada em 28 de janeiro.

Abaixo, um aplicativo para iPhone, quase como uma transmidia storytelling (TCC!) de Os homens que não amavam as mulheres:

 

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About jorgedoprado

Doutorando em Ciência da Informação (UFSC), Mestre em Gestão de Unidades de Informação (UDESC), Bacharel em Biblioteconomia (UDESC). Ver todos os artigos de jorgedoprado

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