Category Archives: Jogados ao vento

Sobre blog

E mais uma vez o Sir Letras será usado para uma pequena palestra, só que desta vez aqui em Florianópolis.

Jovens do Programa Jovem Aprendiz do SENAC são o público-alvo do nosso projeto aqui da biblioteca, o Jovem Aprendiz, Jovem Leitor. Nesta segunda-feira, 9 de maio, será o encerramento do projeto com a primeira turma e falarei sobre Blog e Mídias Sociais, algo que venho estudando bastante, lendo bastante e que provavelmente será minha linha de pesquisa para TCC e Mestrado.

Por tal motivo, Sir Letras será atualizado, ao menos, a cada uma semana. Enquanto ele não fica atualizado, Twitter e Facebook estão lá, com posts a cada hora, praticamente.

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2011

É, voltei.
Cheguei hoje a Floripa, depois de um mês e alguns dias em Rio Negrinho.

Eu queria ter escrito algo bonitinho a respeito de 2010, que foi um ano tão incrível, espantosamente melhor que 2009, mas ficou no querer. Confesso que tenho me dedicado mais ao Twitter.

2011 é ano de 5ª fase na faculdade, o terceiro ano morando em Florianópolis, meu último ano de Rotaract (não definitivamente, volto em 2013), formatura do meu irmão.

Será um ano que promete:
– muitos tweets;
– viagens;
– responsabilidades;
– livros;
– publicação de artigo(s);
– estágio novo (e estou muito empolgado com ele!) e
– casa nova.

Um bom ano para vocês!


Origem humana do Pac Man

Gosto muito de encontrar vídeos criados por pessoas que parecem que nasceram com o dom do entretenimento. Neste vídeo abaixo, fizeram algumas cenas de jogo do clássico Pac Man. Além das imagens, a “música” também é feita por sons humanos.


Jamais…

surgirá na face deste planeta um escritor como tal.

Eis a frase que abre o meu livro predileto, que jamais será igualado por qualquer outro escritor:

“No dia seguinte, ninguém morreu.”

 

Saramago, que tenhas com Deus, conversas definitivas que foram iniciadas em seus romances.


Praticamente uma vida nova

Minha ausência por aqui, pelo Twitter, Orkut, Facebook e MSN se dá pelo fato que esta semana comecei a trabalhar na Biblioteca Pública de Santa Catarina, somente em meio aos livros. Computador? Somente nos últimos cinco minutos de serviço para redigir meu relatório diário.

Pego ônibus todo dia, atravesso a Beira-Mar (pela qual eu nunca canso de ficar babando) e trabalho no centrão de Floripa quatro horas, todas as tardes.

Fora isso, estou de mudança. Saindo do meu moquifo, que ano passado encontrei na internet pela bagatela de R$200,00 mensais e indo para um [i]blaster[/i]apartamento atrás da Universidade Federal, com direito a suíte e uma sala grande para reunir os amigos.

Depois disso, terei internet em casa. Portanto, atualizações mais constantes (se a faculdade permitir).


Florianópolis, again

Volto a escrever aqui, enfim. Quis realmente tirar férias, portanto desliguei-me de tudo.
Estou em Floripa novamente. Há uma semana. E aconteceu tanta coisa, que em um mês não aconteceria em Rio Negrinho (minto! em um ano não aconteceria tudo isso em RN).
Assisti a Avatar (em 3D), passei um sábado com uma peruana mostrando um pedaço da cidade, fui ao show do Lenine, fui à Academia da Cerveja com amigos do Rotaract (infelizmente eu passei mal e voltei beem antes) e caminhei e li muito na Beira-mar.
Estou ansioso pelo início das aulas, do no novo estágio, da viagem a Porto Alegre e Campinas.

Só escrevi esse tiquinho para lembrar-vos que ainda existo.


Béradêro

No projeto musical “Misturada”, que acontece ao meio-dia no auditório do Bloco de Música da UDESC, sempre se pode encontrar música de muito boa qualidade. Hoje, ouvi Fernanda Rosa (voz) e Mateus Costa (contrabaixo acústico) num repertório belíssimo e com arranjos muito criativos. Dentre as várias músicas, destaco a letra de “Béradêro”, do Chico César, seguida de um vídeo de uma apresentação que foi realizada no teatro da UFSC pela dupla.

 

Os olhos tristes da fita
Rodando no gravador
Uma moça cosendo roupa
Com a linha do equador
E a voz da santa dizendo
O que é que eu tô fazendo
Cá em cima desse andor
A tinta pinta o asfalto
Enfeita a alma motorista
É a cor na cor da cidade
Batom no lábio nortista
O olhar vê tons tão sudestes
E o beijo que vós me nordestes
Arranha céu da boca paulista
Cadeiras elétricas da baiana
Sentença que o turista cheire
E os sem amor os sem teto
Os sem paixão sem alqueire
No peito dos sem peito uma seta
E a cigana analfabeta
Lendo a mão de paulo freire
A contenteza do triste
Tristezura do contente
Vozes de faca cortando
Como o riso da serpente
São sons de sins não contudo
Pé quebrado verso mudo
Grito no hospital da gente
São sons são sons de sins
São sons são
São sons
Não contudo fé