Tag Archives: filme

Trailer de “A menina que brincava com fogo”

Já falei por aqui que a trilogia “Millenium”, de Stieg Larsson, foi a melhor história policial de todas que já li. E como boas histórias ultimamente rendem dinheiro, os livros tornaram-se filmes, primeiro na versão sueca e depois na versão hollywoodiana.

Ano passado, o volume 1, “O homem que não amava as mulheres”, passou quase que despercebido pelo cinema que costumo ir. Ficou somente uma semana e acabei perdendo. Esta semana somente que poderei assistir. Mas procurando na internet, encontrei o trailer da versão sueca para “A rainha do castelo de ar”, já o volume 3 (ou parte 3, como queira). Confere! (lembrando que a parte 2 ainda não chegou aqui pelo Brasil)


A Rede Social, livro e filme

Não poderia deixar de falar sobre as minhas mais recentes “viagens”, a um livro e a um filme.

Pedi de amigo secreto na faculdade o livro “Bilionários por acaso: a criação do Facebook”, de Ben Mezerick e meu pedido foi atendido. Ganhei o livro na quinta e comecei a ler na sexta. Terminei hoje pouco depois do meio-dia.
Vale ressaltar que o livro não fora aprovado por Mark Zuckenberg, o criador do Facebook, mas teve ótima aceitação de Eduardo Saverin, cofundador da rede social. O livro é baseado obviamente em fatos reais, que foram analisados a partir de algumas conversas e documentos. Não tem um enredo bem escrito, já que a base para a escrita também precisava de ser construída.
Gostei muito do modo que Ben apresentou Harvard, pois ele também foi estudante de lá e soube apresentar a melhor universidade do mundo com uma proeza de detalhes. O livro termina de um jeito estranho, praticamente sem final. O que é certo, já que o Facebook ainda continua crescendo.

Após ter lido o livro, corri para o cinema assistir à versão cinematográfica que foi lançada nesta sexta-feira. Diferente do livro, achei que o filme partia mais da visão do Mark. E ainda bem que li o livro, pois o filme apresenta os detalhes sem explicações, tudo muito rápido. Para quem gosta de tecnologia, de admnistração, vai gostar de ambos, livro e filme.

Abaixo, uma foto do filme, representando o Mark Zuckenberg.


Nove vezes sem fôlego

Sexta-feira foi a estreia de um filme que eu estava esperando desde que as primeiras notícias sobre ele saíram na mídia. No dia 26 de fevereiro, às 19h, assisti a um dos melhores filmes da minha vida, “Nine”.

 

Para alguns pode ser que eu esteja exagerando, já que o filme é um mero musical adaptado. Porém, para mim, filme bom é aquele que reúne boas performances, aquele com passagens onde você quase que não segura o bater das palmas (como se fosse o fim de um espetáculo), aquele com imagem e som extasiantes e claro, o roteiro/enredo do filme.

“Nine” é a história da vida de um cineasta famoso que se vê à beira da falta de criatividade para um novo filme, que ao longo do longa (bom trocadilho hein?!) vai relembrando encontros que teve com algumas mulheres. Tais mulheres são interpretadas pelas garbosas Kate Hudson, Penélope Cruz, Fergie, Nicole Kidman, Marion Cotillard, Judi Dench e Sophia Loren; em elenco e tanto.

Enfim, “Nine” é tão bom que me faltam termos para explicar. É por isso que amanhã assistirei de novo.

Quanto às minhas apostas às estatuetas do Oscar, tenho mudanças. As categorias onde “Nine” está concorrendo serão dele, portanto, “the Oscar goes to…” para Nine nas categorias: Melhor Atriz Coadjuvante (Penélope Cruz), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Canção Original (“Take It All”).


Já não fazem mais jogos como antigamente

Como ontem foi meu último dia de aula na UFSC, resolvi me presentear e fui assistir à sexta parte de “Jogos Mortais”. Se você não assistiu e não quer ler sobre, então pare por aqui!

De um modo geral, ainda temos as ações de Jigsaw, aquelas gravações, aquele bonequinho e aquelas salas que parecem subterrâneas. Só que desta vez, as provas inteligentemente construídas não existem mais (a não ser a primeira, que é ótima!), deram lugar ao sofrimento que homem tem em fazer escolhas. Além disso, o filme traz uma indireta ao sistema de saúde dos Estados Unidos que eu achei muito boa também.

A partir do terceiro filme é que podemos perceber toda a construção feita entre personagens e os motivos que Jigsaw atribui aos crimes. Isso está mais presente ainda neste sexto, quando outras pessoas é que tornam-se responsáveis por toda a “festa”.

Abaixo coloquei o trailer, que mostra uma das provas mais longas do filme. Os agentes de saúde terão suas vidas postas na mão do chefe de uma determinada seguradora de vida e eles ficam naquele carrossel.

Ano que vem parece que teremos o sétimo e lá estarei eu para conferir.


Harry Potter e o Enigma do Príncipe: uma pequena crítica

Os leitores mais assíduos deste blog talvez já tenham se perguntado por que eu ainda não escrevi nada sobre o filme Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Somente um motivo: estive em Rio Negrinho no dia da estreia e só pude assistir terça-feira que passou. Portanto, aqui vão as minhas impressões. Declaro a você, potteriano, que ainda não assistiu ao filme, pare a leitura deste post por aqui, porque não evitarei o uso de spoilers.

hp6

O sexto filme começa muito bem. Bastante diferente dos demais, mas também diferente demais do que é proposto no livro (que eu reli em Rio Negrinho para dar uma lembrada no enredo). A forma como David Yates retratou o medo que os trouxas sentem por aquilo que não sabem ao certo o que é, ficou muito boa. Já de início somos banhados em efeitos especiais muito bem montados.

Infelizmente, não colocaram a importantíssima passagem na qual Dumbledore vai buscar Harry na casa dos Dursley, que explica a maioridade que ele atingirá aos 17 anos e o feitiço que há na casa que será desfeito, bem como a herança deixada por Sirius Black. No filme, Dumbledore encontra Harry na saída de um bar. Aliás, a cena do bar mostra que a fraquia Potter cresceu junto com seus fãs, não é mais infanto-juvenil.

Após esse início de filme, alguns detalhes ficaram de fora, por exemplo o socorro que Tonks dá a Harry no Expresso de Hogwarts. Minutos depois somos apresentados à maravilhosa loja dos irmãos Weasley, às boas-vindas de Dumbledore e sua explicação de ter tantos aurores em Hogwarts e a aula na qual Harry ganha o livro do Príncipe Mestiço e consegue a poção Felix Felicis (essa cena ficou muito boa!).

Não quero ficar escrevendo o que acontece minuto a minuto no filme, portanto adiantou-me. Repito: o medo que assola o mundo dos bruxos foi muito bem construído no filme e isso fica presente nas duas horas e trinta e três minutos. Só que teve uma falha e não sou o primeiro a dizer isso: quem não assistiu aos outros filmes, ou que não tenha lido os livros anteriores, não entenderá tão bem assim. O sexto filme é o único que não pode ser assistido como mais um filme, sem levar em consideração que faz parte de uma série. Ele tem muitos detalhes que foram apresentados antes, principalmente de Harry Potter e a Câmara Secreta.

O final? Bem, o final é muito discutível. A cena da caverna foi ótima, com efeitos incríveis (comparáveis aos de O Senhor dos Anéis). Só que na morte de Dumbledore, deixou a desejar. Não tem Harry petrificado, não tem luta de Ordem da Fênix vs Comensais da Morte, não tem lutas de varinhas. E o que mais faltou foi o funeral de Dumbledore. Poderiam ter retirado algumas cenas inúteis de Draco Malfoy na Sala Precisa e encaixar o funeral de Dumbledore, que no livro, é algo fantástico, lindo de se ler.

 

Eu poderia ficar a tarde toda aqui escrevendo, mas não posso. Resta esperar até o ano que vem, pela primeira parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte.